"E, havendo aberto o Sétimo Selo, fez-se silêncio no Céu por quase meia hora." Apocalipse cap. 8 vers. 1.
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Malvados, O Encontro Anual dos Donos do Mundo - 3
Chagas Infernais
Humor Negro,
Ícaro Sarx,
Malvados
Malvados – Os apóstolos, a série
Fonte: http://www.malvados.com.br/
Chagas Infernais
Charge,
Humor Negro,
Ícaro Sarx,
Malvados
quinta-feira, 18 de junho de 2009
MALDITO OLHO!

Odeio minha poesia carcomida,
Tão fútil e pedante!
Mostra a todos, desinibida.
Minha estupidez gigante.
Odeio minha tristeza recorrente.
Minha esperança parca e vã,
Que não enxerga na alegria ausente,
Extertores de uma mente sã.
Maldito coração! Carne que geme...
Quero o carisma cão:
Domínio de nossa mente.
Mas em mim, a razão jaz.
Restando a dor intensa,
Aonde planos de paz?
Apenas reticências...
Tão fútil e pedante!
Mostra a todos, desinibida.
Minha estupidez gigante.
Odeio minha tristeza recorrente.
Minha esperança parca e vã,
Que não enxerga na alegria ausente,
Extertores de uma mente sã.
Maldito coração! Carne que geme...
Quero o carisma cão:
Domínio de nossa mente.
Mas em mim, a razão jaz.
Restando a dor intensa,
Aonde planos de paz?
Apenas reticências...
quarta-feira, 17 de junho de 2009
A mala de antes do fim
Se o mundo acabasse hoje, mas você fosse escolhido entre as pessoas que poderiam viver dentro de bolha de civilização que remontaria a humanidade em alguns anos, como arrumaria a sua mala?
Não sabe...
Eu Sei.
Forraria minha mala de livros, o primeiro seria a Bíblia, afinal a viagem é longa e o riso confortante. O segundo seria A Ínsustentável Leveza do Ser e por terceiro Mémoria Póstmas de Brás Cubas. O restante escolheria ao léo torcendo para que Augusto dos Anjos, Drummond, Maquiável e Niestche vençam a disputa.
Afinal iria para o paraíso, um mundo com poucas pessoas e selecionadas por suas habilidades especiais
quinta-feira, 28 de maio de 2009
quarta-feira, 20 de maio de 2009
quarta-feira, 13 de maio de 2009
PÚSTULA
( Foto "A Cerca" de nosso bloguer Danilo Maia)Eu lembro de todas as risadas
Vertidas nas entranhas desta cama.
E até sinto o gosto do teu rosto:
Riso-choro de quem ama.
Lembro dos meus afagos
Em tuas costas nuas:
Nosso escambo profano,
Em úmidas carnes cruas.
Lembro de cada filme venerado,
Cada emoção digna de nossa idade.
Quanto dinheiro gasto,
Nos escuros templos desta cidade?
Escutem – demônios, meu clamor!
Venham idéias racionais!
Como supero a dor,
De vê-la sorrir em outros carnavais?
Estas memórias são navalhas.
E minha mente um esmeril.
Gasto o tempo, como um canalha,
Abortando minha alma pueril.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
domingo, 12 de abril de 2009
Lancinante
De novo aqui, caro cupido?
Teus voos rasos e olhar sagaz
Ao observar as pessoas sobre o cais.
Gente fria de andar ríspido.
Observa a todos esses seres,
Inveja a liberdade deles
E por isso os odeia a esmo,
Com ódio inspirado nos mesmos.
Sofrimento em todo o lugar.
Sentimento que turva a alma.
Cheiro fétido que polui o ar.
Análise finda, parte à ação.
Como não pode curar feridas,
As inflama, com flechas de paixão.
Teus voos rasos e olhar sagaz
Ao observar as pessoas sobre o cais.
Gente fria de andar ríspido.
Observa a todos esses seres,
Inveja a liberdade deles
E por isso os odeia a esmo,
Com ódio inspirado nos mesmos.
Sofrimento em todo o lugar.
Sentimento que turva a alma.
Cheiro fétido que polui o ar.
Análise finda, parte à ação.
Como não pode curar feridas,
As inflama, com flechas de paixão.
Chagas Infernais
O Consquistador,
Poesia Prisão,
Sonetos,
Victor
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